JOGO DE PALAVRAS

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007



Compõe-me...



quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Next Move


O jogo vai solto,
A aposta é alta.

Jogam-se as palavras
Jogam-se as bocas que as proferem,
Jogam-se os corpos que as contêm.

Não há jogo de espelhos,
Para espiar o jogo alheio.
Há jogo de olhares,
Olhos cúmplices,
Reveladores de nós.

Não me olhes,
Não tentes adivinhar o meu jogo.

s E n T e - M e

E saberás qual a minha próxima jogada.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Jogada Final

Fascina-me a eminência das respostas
Das meias perguntas elaboradas!
É um jogo aliciante...viciante mesmo...atrevo-me a dizer...
Mas existe melhor droga quando a jogada final somos nós?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Não!



Não.

Não tenhas como certo que os trunfos,
São válidos e mais fortes que uma boa mão,
De experiência de vida feita,
E sentimentos verdadeiros repleta.

Não.

Não creias que pelo simples relato dos pensamentos,
Ficarás a saber o que penso,
E da forma como esses mesmos pensamentos,
Afectam os meus sentimentos.

Não.

Não tenhas a veleidade de pensar,
Que me deixas expectante,
Ou sequer na incerteza,
Com os teus gestos,
Ou as palavras artificiais.

Não.

Não (me) tomes como certo,
Que no núcleo do "nós",
Tudo já foi explorado e é sabido,
Pois tudo é uma constante evolução,
E eu...
Eu, nunca nessa conta te tive.

Não.

Não tentes camuflar a verdade do teu olhar,
Sequer com a linha dos teus lábios,
Nem tentes esconder-te atrás de barreiras inventadas,
Para encobrires a pureza dos teus gestos,
Pois eu...

Eu quero saber-te sempre sincera,
Eu quero saber-te sem barreiras artificiais,
De gestos ou palavras feitas,
De defesas impostas,
Ou mágoas refeitas,
Nem outras coisas que tais,
Fermentadas numa qualquer espera.

Não.

Não me dês qualquer outro,
Que não…
… o teu verdadeiro eu!

Achas-te capaz?